Agora auxiliar, Ramon Menezes vira 'professor' das faltas: 'Decide jogos'

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da bet7: A saída de Nenê, há um ano, não é mais sentida pelos torcedores do Vasco, que já têm novos xodós no elenco. Porém, uma marca significativa foi levada com o meia: desde o gol contra o Santos, pelo Brasileirão de 2017, a equipe não balança as redes em cobranças de falta. Além dos novos reforços, um velho conhecido dos vascaínos chega neste ano focado em encerrar o jejum: o ex-meia Ramon Menezes, agora auxiliar técnico de Alberto Valentim.

– Bola parada decide jogos. O segredo é treinamento. Repetição. Treinar muito. Sem dúvida nenhuma nós vamos sentar, conversar e arrumar uma maneira, um tempo para que o jogador se dedique a este fundamento. Temos jogadores com essas características. Chegaram nomes que tem essa qualidade. Durante os treinamentos nós vamos analisar e ver quem será o cobrador – afirma Ramon, campeão da Libertadores de 1998 pelo Vasco.

Ramon, que agora ‘ganha’ o sobrenome Menezes, teve três passagens pelo clube e destacava-se pela facilidade na bola parada. Nos primeiros em Atibaia, aprovou as novas contratações que podem assumir o posto de batedor da equipe. E ouviu elogios dos atletas.

Sabemos da qualidade que o Ramon tinha para bater falta. Era um dos grandes cobradores da época em que atuava. Importante ter um cara desse para nos orientar e fazer o melhor pelo Vasco – afirma Bruno César,que deve ser a primeira opção nas faltas de perto.

Acompanhei bastante a carreira dele. Por ser vascaíno e por acompanhar o Vasco, eu sempre acompanhei ele, Juninho, Pedrinho… depois ele jogou no Atlético, Botafogo e eu lembro que ele fazia muitos gols de falta. Vou absorver tudo que ele falar pra mim para que no jogo eu consiga fazer 10% do que ele fez pelo clube – diz Fellipe Bastos, favorito para assumir as cobranças de longe.

Temos treinado bastante com o Ramon, que foi um grande cobrador de faltas e esperamos que saiam bastante gols de falta. Ele já deu algumas dicas. Disse pra esperar bem antes de cobrar, concentrar, respirar, esperar o goleiro. Prometo treinar bastante para quando pintar a oportunidade, poder fazer o gol. Eu prefiro na média distância, que consigo colocar um pouco mais de força. Perto tem que ser mais colocado – explica Claudio Winck.

-Eu trabalho muito isso. Não posso cravar que vai ter gol todo jogo, mas garanto que vou trabalhar bastante e quando tiver a oportunidade eu consiga marcar. É sempre bacana e especial. O segredo é repetição, como Ramon disse – reforça Danilo Barcelos

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